FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO
CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO GAÚCHO
CAMPEONATO GAÚCHO DE RALLYE DE
REGULARIDADE 4x4
ART. 1 –
DEFINIÇÃO
1.1 - Provas de rally de regularidade específicas
para veículos 4X4, constituídas por trechos variáveis e médias horárias a serem
definidas em uma planilha de roteiro, a fim de proporcionar igualdade de
condições de vitória a todos os competidores inscritos na competição.
ART. 2 –
PERCURSO
2.1 - Estradas pavimentadas, secundárias, privadas ou
abandonadas, circuitos especiais e trajetos fora de estrada prevalecendo nas
vias públicas as leis de trânsito locais. Poderão haver roteiros diferentes
para cada categoria.
ART. 3 –
TRECHOS DA PROVA
3.1 - Trechos de regularidade: São trechos representados
por números inteiros ou pela letra “V”, indicando a velocidade média a ser
mantida, em km por hora.
3.2 - Deslocamentos: São trechos representados pela
letra “D” e servem para travessias de cidades, povoados e vilarejos, onde não
haverá média de velocidade imposta e sim, um tempo pré-determinado para a
travessia.
3.3 - Neutralizados: São trechos de parada,
representados pela letra “N”, onde o participante tem um tempo estipulado para
recuperar seu tempo de prova, transpor algum obstáculo, descanso, abastecimento
ou reparos.
ART. 4 –
INSCRIÇÕES E PARTICIPANTES
4.1 - As provas serão abertas a participantes de
qualquer local do Mercosul.
4.2 - O valor das inscrições para todas as categorias
não poderá ultrapassar o valor de R$ 300,00 (trezentos reais), por veículo
inscrito, e deverá ser informada pelo organizador de cada etapa no Regulamento
Particular da Prova(RPP).
OBS: As inscrições são intransferíveis e não serão
devolvidos valores pagos em caso do competidor não comparecer a prova.
4.3 - Os pilotos e navegadores da categoria Graduados
deverão apresentar suas carteiras de filiação junto à FGA/CBA em todos os
eventos.
4.4 - O ato do pagamento da inscrição somente dará
direito ao inscrito: participar da prova em seu roteiro total, uma planilha
oficial, uma planilha de aferição e uma planilha de deslocamento, adesivos de
numeral de identificação do veículo, adesivos dos patrocinadores, concorrer a
brindes (quando houver) e a premiação de colocação final com troféus.
4.5 - Será cobrado junto com a inscrição um taxa do
seguro obrigatório contra terceiros (pessoal e material), que não deverá
ultrapassar o valor de 50% da inscrição da dupla.
4.6 - O organizador, com a anuência da CBA ou FGA
poderá se recusar a aceitar a inscrição de um concorrente (piloto e/ou
navegador);
4.7 - É obrigatório o uso da logomarca CBA e FGA
supervisora da prova nas portas dianteiras ou pára-lamas dos veículos
participantes, desde que fornecida pela entidade.
ART. 5 –
RESPONSABILIDADES
5.1 - O ato da inscrição para a prova, caracteriza a
anuência dos concorrentes (piloto,e navegador) e ainda dos zequinhas (a partir do terceiro participante
do veículo), e seus responsáveis legais, no caso de menores de idade, assumindo
todos os riscos da mesma, consigo ou com outrem, com seus veículos e
equipamentos, isentando organizadores, patrocinadores, apoiadores, prefeituras,
proprietários de locais privados, F.G.A e C.B.A de quaisquer acidentes,
independente do tipo ou natureza, que possa ocorrer antes, durante ou depois da
prova.
5.2 - Cada competidor é responsável por si e por sua
equipe também quanto à alimentação, pernoite, reabastecimento e manutenção sua
a de seus equipamentos nas cidades por onde passar o Rally. Tanto quanto a suas
despesas financeiras quanto à ordem, preservação e conservação dos
estabelecimentos dos municípios.
ART. 6 –
IDADES
6.1 Para todas as categorias somente serão aceitas
inscrições de Pilotos maiores de 18 anos (com CNH definitiva), e Navegadores
maiores de 16 anos, sendo que neste caso, o menor deverá estar acompanhado do
responsável ou ter uma autorização por escrito do mesmo.
Parágrafo único: No caso da autorização a
participação de zequinhas, deverá ser respeitada a idade mínima de 10 (dez)
anos, desde que os mesmos estejam acompamhados do responsável ou possuam
autorizações do mesmo, onde deverá constar o nome do evento, número da etapa,
nome da cidade em que ela se realiza, nome completo de cada um, números de R.G.
e C.P.F. e assinatura do responsável.
ART. 7 –
CATEGORIAS
7.1 - CATEGORIA GRADUADOS: Serão permitidas
inscrições de participantes com experiência anterior em provas do gênero, em
categorias denominadas graduados, veteranos, sênior ou afins, independente do
resultado obtido nas mesmas, ficando liberado qualquer tipo de instrumento para
navegação.
7.2 - CATEGORIA TURISMO: Serão permitidas inscrições
de participantes com ou sem experiência anterior em provas do gênero. Ficando
liberado somente odômetro digital como instrumento para navegação integrado ao
veículo. Qualquer outro tipo de instrumento de apoio a navegação, que não
esteja integrado ao veículo esta liberado (GPS, Rádios, Cronometros, HP, Not,
Palm, etc...). As médias de velocidades desta categoria poderá ser inferior a
da categoria Graduados. Nesta categoria poderão haver roteiros e médias
diferentes das outras categorias, desviando lugares de difícil acesso. As
médias de velocidades desta categoria poderão ser inferiores da categoria
Graduados.
Parágrafo Único: O piloto e navegador campeões da
categoria Turismo serão promovidos automaticamente para a categoria Graduados
no próximo Campeonato.
7.3 CATEGORIA TURISMO RT (ROTAS E TRILHAS):
Especialmente criada com o objetivo de atrair participantes sem requerer
experiências, ou com pouca experiência, neste tipo de prova. Ficando liberado somente
odômetro digital como instrumento para navegação integrado ao veículo. Qualquer
outro tipo de instrumento de apoio a navegação, que não esteja integrado ao
veículo esta liberado (GPS, Rádios, Cronometros, HP, Not, Palm, etc...). As
médias de velocidades desta categoria poderá ser inferior a da categoria
Graduados. Somente poderão se inscrever veículos 4x4. Nesta categoria poderá
haver roteiro e médias diferentes das outras categorias, desviando lugares de
difícil acesso. As médias de velocidades desta categoria poderá ser inferior da
categoria Graduados. Esta categoria larga por último na prova e não pontuará
para o Campeonato.
7.4 – Poderá haver uma categoria denominada
EXPEDITION (passeio) nas etapas a critério do organizador. Esta categoria não
terá nenhum tipo de premiação.
ART. 8 –
ORDEM DE LARGADA
8.1- Cada equipe competidora é responsável pela sua
largada em seu tempo ideal.
8.2 - A largada da primeira etapa será por sorteio,
as demais por ordem de colocação do piloto no Campeonato que fizerem sua
inscrição com confirmação do depósito até a última quinta-feira antes do dia do
rally. Para os novos competidores ou os que ainda não pontuaram, largarão logo
após por sorteio.
8.3 - A ordem de largada será sempre primeiro a
categoria Graduados, Turismo e por último a categoria Turismo RT;
8.4 - O tempo de intervalo de largada de um
competidor e outro será de 1 minuto, e o tempo de intervalo entre uma categoria
e outra será estipulado pelo organizador antes da prova.
ART. 9 –
PREMIAÇÃO
9.1 - Graduados, Turismo e Turismo RT receberão
troféus os três primeiros colocados (Piloto/ Navegador) em cada etapa do
campeonato;
9.2 - A premiação será feita sempre no mesmo dia e na
mesma cidade da prova. O local e horário deverão constar no RPP da prova ou
ainda no briefing que antecede a largada;
OBS: Caso alguma dupla premiada não estiver presente
na hora da entrega dos prêmios, a organização da prova não se responsabilizará
pela entrega dos mesmos.
ART. 10 –
AUTORIDADES DA PROVA
10.1 - Um Diretor de Prova: responsável pela parte
técnica da prova;
10.2 - Três Comissários Desportivos designados pela
FGA para supervisionar a parte desportiva do evento;
10.3 - Um Diretor Técnico: responsável pela parte
técnica da prova e que respondem diretamente ao diretor de prova;
10.4 - Um Diretor de Apuração: responsável pela
cronometragem e apuração da prova;
10.5 - A F.G.A nomeará os Comissários Desportivos
para cada etapa. As despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação dos
Comissários serão de responsabilidade do Clube organizador.
ART. 11 –
AUTORIDADES
11.1 - Todo concorrente, ao se inscrever na prova,
declara obrigatoriamente conhecer o regulamento e a ele submeter-se,
reconhecendo integralmente as autoridades, as quais deve dirigir-se com
dignidade e respeito sob pena de desclassificação pelos Comissários
Desportivos.
ART. 12 –
RECURSOS
12.1 Todo concorrente que se julgar prejudicado terá
direito a apresentar reclamações individuais que serão encaminhadas ao Diretor
da Prova e julgadas pelos Comissários Desportivos com a maior brevidade
possível. Enquanto o recurso não for julgado, não serão entregues os prêmios,
nem oficializado o resultado. As reclamações individuais deverão ser por
escrito e acompanhada de uma taxa que deverá ser paga através de um cheque nominal
à FGA no valor determinado pelo Código Desportivo do Automobilismo (CDA), o
qual somente será devolvido ao mesmo no caso de procedência de sua reclamação.
Caso não seja procedente o valor será repassado à FGA.
12.2 Reclamação ou recursos deverão ser apresentados
dentro dos seguintes prazos:
a- FICHA TÉCNICA / PARTICIPANTES / LIVRO DE BORDO /
POSICIONAMENTO DE PCs: Até 30 (trinta) minutos após a entrega da ficha técnica
pela organização da prova; Caso a ficha técnica já esteja disponível no mural
da secretaria da prova, o compeditor terá 30 minutos após o seu tempo ideal de
prova.
b- RESULTADOS: Até 30 (trinta) minutos após a
publicação da lista de passagem.
c- Durante os prazos acima, o diretor da prova e/ou
os comissários desportivos deverão estar presentes no local dos respectivos
eventos a disposição dos concorrentes para recebimento de reclamações.
12.3 - Cabe somente aos participantes o direito de
recurso à direção da prova.
12.4 - Reclamações contra o resultado final do
Campeonato deverão ser entregues por escrito à F.G.A., acompanhada da taxa do
CDA, no qual terá o mesmo destino.
ARTIGO 13 -
ETAPAS DO CAMPEONATO
13.1 - O Campeonato será dividido em 06 (seis)
etapas, sendo obrigatório o descarte de sua pior etapa em pontos, participada
ou não.
13.2 - Todas as etapas serão realizadas aos sábados.
13.3 - As datas e locais das etapas serão informadas
conforme calendário oficial da FGA.
Obs: Este calendário poderá sofrer alterações sendo
informado pela FGA ao competidores com 30 (trinta) dias de antecedência.
ART. 14 –
PLANILHA DE ROTEIRO (LIVRO DE BORDO)
14.1 - Cada dupla receberá antes do seu horário ideal
de largada, uma planilha contendo o roteiro, velocidades e distâncias a serem
seguidas.
14.2 - E de responsabilidade dos participantes a
conferência do número de folhas da planilha e a categoria, antes da largada.
14.3 - Constará também na planilha a localização dos
neutralizados, postos de abastecimentos (caso necessário) e deslocamentos.
14.4 - A simbologia da planilha deverá ser simples e
clara, procurando mostrar apenas o necessário à identificação do roteiro.
OBS: Junto ao código tulipa poderá haver desenhos
auxiliares a navegação como mera ilustração, podendo ser o desenho total ou
parcial, e não necessariamente estar identificado na coluna da observação,
mesmo que passado duas vezes no mesmo local.
14.5 - Os símbolos utilizarão o código tulipa, já
padronizado para este tipo de prova.
14.6 - No símbolo usado, a "bolinha" (que
indica o local onde o concorrente está) deverá estar sempre na posição inferior
do retângulo. O sentido do desenho será sempre de baixo para cima e a ordem de
movimentação será no sentido da seta.
OBS: Caso haja uma seta pequena dentro do desenho da
Tulipa, está informará que a trafego de outros veículos da prova no trecho e já
informando seu sentido.
14.7 - Os ângulos da simbologia deverão apresentar,
com a melhor fidelidade possível, os reais ângulos da encruzilhadas e
bifurcações.
14.8 - Na coluna da direita, poderão constar às
observações, chamando a atenção para locais perigosos (cava, barranco, pedra,
etc.), ou quaisquer informações quando puderem surgir dúvidas ao caminho a
seguir, por exemplo: quando a prova atravessar plantações, reflorestamentos,
etc.
OBS: Também na coluna da direita haverá um código
representado por "!, !!, !!! ou !!!!" que informará que o trecho é
perigoso ou requer atenção (ver o artigo 30 - sinalização).
14.9- Entrega das planilhas:
Na recepção (secretaria), junto com a entrega dos
materiais, será entregue a planilha de aferição e a planilha oficial da prova.
Na largada será entregue a planilha de deslocamento
inicial da prova.
14.10 - A Organização da Prova poderá recolher a
planilha no final da competição, caso isso venha ocorrer, estará avisado o
competidor na última página da planilha ou por algum membro da organização.
14.11 - Poderão constar na planilha referências de
navegação por GPS, para facilitar sua localização com a organização, em caso de
quebra, acidente ou qualquer outra informação.
OBS: caso em alguma referência da prova não estiver
desenhada na planilha, a atitude do concorrente é seguir reto ou dar
preferência sempre ao caminho principal (o mais batido, trafegado ou marcado).
14.12 - O início de um trecho sempre coincide com o
final do trecho anterior.
14.13 - O levantamento do roteiro deverá ser feito
com aparelho (s) eletrônico (s) de precisão mínima de 1 (um) metro, devendo ser
utilizado somente um valor de calibre para efetuar toda a medição da prova. O
ponto de referência do carro para a medição, é a coluna da porta, confluência
em cruzamento e bifurcações, pontos exatos tipo poste, palanque de cerca,
placas... A marcação em caso de pontes, porteiras, casinhas de parada de
ônibus, será sempre no inicio da referência. O ponto de cronometragem nos PCs é
o mesmo.
14.14 - A organização de cada etapa, deverá, ao
confeccionar a planilha de prova, evitar o uso de gírias e limitar ao máximo a
utilização de abreviações.
14.15 - Na prova será fornecido uma planilha para a
aferição de odômetros. Caso não seja fornecida esta planilha, o primeiro trecho
deverá ser um deslocamento e ser usado e indicação quilométrica com três
dígitos após a virgula que servirá para aferição.
ART. 15 –
INDICAÇÕES QUILOMÉTRICAS
15.1 - As medidas serão sempre em quilômetros, com
subdivisão de metros e dezenas de metro.
Ex.1: 2,328 (dois quilômetros e trezentos e vinte
oito metros).
Ex.2: 0,03 (trinta metros).
Ex.3: 10,74 (dez quilômetros e setecentos e quarenta
metros).
15.2 - Medidas inferiores ao padrão utilizado, serão
indicadas diretamente no desenho, ou no texto (coluna de observações).
15.3 - As indicações quilométricas para aferições e
finais de trechos serão fornecidas com precisão em metros e representadas com
três casas após a vírgula. Caso estejam com duas casas decimais deverá ser
utilizada a distancia básica, ou seja, acrescenta-se 0 (zero) na terceira casa.
Ex.: AFER 8,32 na planilha, utilize o valor 8,320. As
referências de roteiro serão fornecidas em dezenas de metros, sendo
aproximadas.
Parágrafo único: Somente as referências apresentadas
com três casas decimais e que contiverem a palavra “AFER”, poderão ser
utilizadas como aferição. Caso uma referência apresente a terceira casa
decimal, mas não a palavra “AFER”, esta deverá ser desconsiderada para tal.
15.4 - O competidor deve considerar a medida
fornecida como exata para cálculos e fechamento de trecho.
15.5 - Referências para aferições serão fornecidas
com intervalos de no máximo 15 km entre elas, exceto em trechos de
deslocamento, sem que as mesmas tenham obrigação de localização específica ou proteção
para colocação de PCs.
15.6 - Sempre que estiver avisada na planilha
situação de perigo com c código (ver o significado correto no artigo 30 -
sinalização), não haverá PC 50 metros antes e 100 metros após a referência.
15.7 - A não ser quando expresso em contrário a
medição quilométrica refere-se ao ponto inicial da respectiva referência, tanto
no caso de encruzilhada, como no caso de pontes, mata-burro, abrigo de ônibus,
etc.
15.8 - Quando não houver adendo para aferição, o
primeiro trecho deverá ser obrigatoriamente um deslocamento para aferição ou
não conter PC de tempo.
15.9 - A planilha/livro de bordo será com final de
trecho exato para os trechos da prova.
15.10 - A seqüência das referências no livro de bordo
devem respeitar a ordem pela qual elas ocorrem.
15.11 - O organizador poderá fornecer previamente o
cálculo dos trechos da prova (anteriormente a entrega da planilha), mas deverá
ser conferido com a planilha oficial entregue na secretaria. Caso de
discrepâncias entre os valores da planilha e os da ficha técnica, prevalecerá a
planilha oficial ou conforme determinar a direção da prova.
OBS: O tamanho de cada trecho em distâncias ficará a
cargo do organizador.
ART. 16 –
VELOCIDADE
16.1 - Nas provas a velocidade média imposta será
representada por números inteiros. Caso em uma mudança de trecho determinado
pela distância, não conste a nova média de velocidade, valerá a última média
estipulada na planilha. Poderão haver
médias de velocidades impostas pela organização dentro de cidades ou em
rodovias calçadas ou asfaltadas. Obs: Em locais asfaltados não haverá PCs.
16.2 - Poderão haver duas velocidades de média
horária diferentes na planilha de prova, procurando distinguir as categorias ou
como prevenção em caso de chuva forte.
16.3 - A média a ser usada será decidida pelo diretor
da prova por ocasião da largada e deverá ser mantida até o final da prova;
16.4 – Poderá, em um determinado trecho, haver
velocidade máxima estipulada. Podendo o trecho ser fiscalizado por radar e
penalizar o competidor que for flagrado excedendo 20% da velocidade estipulada.
ART. 17 –
CRONOMETRAGEM E POSTOS DE CONTROLE (PC)
17.1 - A cronometragem será feita com base em um
tempo padrão (hora oficial) fornecido pela organização da prova, pelo menos 30
minutos antes da largada, sendo utilizado hora, minuto, segundo e centésimo de
segundo (hh: mm: ss:, cc), onde cada segundo vale 10 (dez pontos), ou seja, (01
ponto por décimo de segundo).
17.2 - Será colocada à disposição dos participantes a
listagem de tempos reais de passagem, para a devida conferência, pelo menos 30
(trinta) minutos antes da declaração dos resultados.
17.3 - Será feita uma ficha técnica com o
posicionamento de todos os PCs da prova, bem como sua localização e tempo
teórico de passagem. Esta ficha será exposta no mural da secretaria da prova a
todos os concorrentes na chegada.
17.4 - Cada etapa deve ter no mínimo 20 (vinte) % de
PC's válidos do total programado (números inteiros, sem arredondamentos,
desprezando-se a fração decimal) para todas as categorias.
Caso a prova não atinja este número ela não será
considerada válida para o Campeonato.
17.5 - Os postos de cronometragem serão posicionados
no decorrer do roteiro, em posições e quantidades não conhecidas previamente
pelos competidores e sua coleta de tempo será feita via satélite.
Eles serão divulgados, através da ficha técnica. Tal
ficha será entregue aos Comissários
Desportivos em envelope lacrado antes da largada e divulgado aos concorrentes
na chegada.
Parágrafo Único - Todos os PC’s deverão ser colocados
junto a referências físicas de fácil entendimento (ex: árvore, mourão,
mata-burro, abrigo de ônibus, pedras, palanques, bandeiras, etc.) de modo a
possibilitar sua conferência em caso de necessidade posterior.
17.6 - Os PCs funcionarão 10 minutos antes do tempo
ideal de passagem do primeiro participante e até 10 minutos após o tempo ideal
de passagem do último participante.
17.7 - O PC visa medir a navegação e confirmar o
caminho e o sentido correto da prova. O participante perderá 01 (um) ponto por
décimo de segundo de atraso ou adianto até o limite de 10(dez) minutos, após o
que perderá fixo 6000 pontos.
17.8 - Os pontos adiantados serão representados com o
sinal (–) e serão somados pelo seu valor absoluto.
17.9 - A não passagem por um PC será somada 6000
pontos ao total e não serão validos para N-1.
17.10 - A prova poderá ter PC de chegada em seu
último trecho (deslocamento), sendo que este não penalizará o concorrente caso
o mesmo chegue ao seu final adiantado. Caso chegue com mais de 10 (dez) minutos
de atraso perderá 6000 pontos.
17.11 - A apuração será feita com os seguintes
Critérios de Descarte (N-1) + (N-i) cumulativamente:
- No critério (N-1) será descartado o pior PC válido
com no máximo 5999 pontos somente para atraso.
- No critério (N-i) serão descartados os
"i" piores PC’s válidos de cada concorrente com no máximo 03 (tres)
segundos (<= 03 seg.) de adianto ou até 03 (tres) segundos (<= 03 seg.)
de atraso.
O valor "i" refere-se a 07 (sete) % dos
PC’s válidos da prova arredondado para baixo.
Ex.:184 PC’s válidos 7% = 12,88, portanto i = 12
PC’s.
17.12 - O ponto de referencia do carro para medição e
cronometragem dos PCs é a coluna da porta.
17.13 - Poderão existir PCs de roteiro, sendo
computada somente a passagem efetuada entre 10 minutos antes e 10 minutos após
o seu horário ideal, excluindo os limites inferiores e superiores. O competidor
perderá 0 (zero) pontos pela passagem e 6000 pontos pela não passagem ou
passagem fora deste limite.
17.14 - Qualquer PC de tempo poderá ser transformado
em PC de roteiro, a critério do diretor de prova com anuência dos comissários
esportivos.
17.15 - Quando houver cancelamento de PC, o diretor de prova deverá, anteriormente a
divulgação dos resultados e a premiação, divulgar aos competidores os dados e
motivos deste cancelamento e estes fatos deverão constar do relatório do
Diretor de Prova a ser entregue à FGA.
17.16 - Para ser considerado classificado em uma
prova ou etapa de campeonato, o competidor terá obrigatoriamente que passar por
50% PCs válidos da mesma.
17.17 - Cada dupla é responsável pelo seu horário
ideal de largada.
17.18 - Caso o competidor passe mais de uma vez em um
PC, valerá o tempo de sua primeira passagem no sentido correto.
17.19 - No caso de uma etapa não atinja os 20% dos
PCS válidos, esta etapa não haverá descarte de PC.
17.20 - Não serão modificados nem criados novos PC’s
após a largada da prova.
17.21 - Os concorrentes que passarem em sentido
contrário será computada como a não passagem no PC.
17.22 – O cronograma da prova (largadas, fichas
técnicas, passagens, premiações, etc...), estará disponível na secretaria da
prova ou poderá ser divulgada pelo Diretor de prova.
17.23 - 18.18 - Se por algum motivo o(s)
equipamento(s) de coletas de dados não vier a funcionar, ou registrar menos de
30 (trinta) % do trajeto navegado da prova, o competidor terá a sua pontuação
computada posteriormente da seguinte forma:
Sua pontuação será a média com arredondamento dos
pontos por ele obtida nas demais provas do Campeonato, de acordo com as
classificações alcançadas, sem os descartes previstos.
Ex.:
Na 1ª. etapa o competidor ficou em 3º. lugar
conquistando 13 pts.
Na 2ª. etapa o equipamento apresentou falha e não
registrou o trajeto.
Na 3ª. etapa, 5º. lugar = 11 pts.
Na 4ª. etapa, não participou = 0 pt.
Na 5ª. etapa, 15º. lugar = 1 pt.
Soma de pts = ( 13 + 11 + 0 + 1 ) / 4 = 6,25
Pontos a serem computados na 2ª. etapa = 06 pts.
17.24 - Caso o(s) equipamento(s) de coletas de dados
vier a falhar, mas registrar 30 % ou mais do trajeto navegado da prova, o
competidor terá sua pontuação final definida pela média de pontos perdidos em
cada PC da prova existente no trajeto computado pelo equipamento, utilizando-se
o critério de (N-1) e (N-i) até o ponto onde existir o registro, fazendo-se o arredondamento
somente ao final da multiplicação.
Ex.: O competidor teve 40 % do trajeto computado, com
30 PC’s registrados de um total de 80 PC’s válidos na prova.
Aplica-se o critério de (N-1) e (N-i) no trajeto
registrado no equipamento, 1 PC descartado no critério (N-1) e 7 % de 30 PC’s =
2,1 = 2 PC descartado no critério (N-i). Divide-se a pontuação resultante
obtida pelos 27 PC’s válidos e tem-se a média de pontos perdidos por PC’s.
Este valor será multiplicado pelos outros PC’s
válidos da prova, no caso:
80 PC’s - 1 =
1 PC’s (N-1).
80 PC’s - 7% = 5,6 = 5 PC’s (N-i).
Resultando 80 PC’s - 6 PC’s = 74 PC’s válidos.
No caso de ter:
perdido em 30 PC’s = 360 pts.
valor do descarte de 2 Pc’s = 90 pts.
Pontos perdidos em 28 PC’s = 270 pts - Média de
9,64285 pts/PC
Resultado final em 74 PC’s válidos da prova = 74 X
9,64285 = 713,57 pts =713 pts.
ART. 18 –
CONTAGEM DE PONTOS
18.1 - Vencerá a dupla que no final da prova
apresentar o menor número de pontos perdidos.
18.2 - Para cada décimo de segundo atrasado (0,1 seg.):
1 ponto perdido sem tolerância;
18.3 - Para cada décimo de segundo adiantado (-0,1
seg.): 1 ponto perdido sem tolerância;
Acima de 10 minutos atrasados ou adiantados o
competidor perderá 6000 pontos.
18.4 - Os tempos ideais serão calculados com precisão
de décimos de segundo antes da operação de comparação com o tempo real do
concorrente.
ART. 19 –
EMPATES
19.1 - Caso haja empate na etapa, o critério de
desempate será:
19.2 - Vencerá a dupla que perder menos pontos no PC
de N-1 (descarte), quando houver.
19.3 - Persistindo o empate, será considerado
vencedora a dupla que apresentar o maior número de PCs zerados.
19.4 - Caso o empate persista, vencerá a dupla que
apresentar o maior número de PCs com 1 ponto, 2 pontos, sucessivamente ate o
desempate.
19.5 - Caso o empate persista, vencerá a dupla que
perder menos pontos no último PC.
19.6 - Caso o empate ainda persista, vencerá a dupla
que perder menos pontos no penúltimo PC e assim sucessivamente até o desempate.
OBS: Caso persista o empate, sorteio.
19.7 - Caso haja empate em pontos ganhos no
campeonato, o critério de desempate será:
19.8 - Maior número de vitórias.
19.9 - Caso persista o empate, maior número de
segundos colocados e assim sucessivamente.
19.10 - Caso persista o empate melhor colocação na
última etapa.
ART. 20 –
PONTUAÇÃO
20.1 - Pontuação do Campeonato:
Posição
1º 2º 3º 4º 5º
6º 7º 8º 9º 10º
Pontos
10 9 8 7 6
5 4 3 2 1
Obs: A pontuação do campeonato será individual para
pilotos e navegadores e separada por categorias.
ART. 21 –
PENALIDADES
Será desclassificada a dupla que:
21.1 - Romper cercas, porteiras e colchetes, trafegar
sobre plantações, hortas etc. ou exercer qualquer ato de desrespeito à
propriedade alheia. Esta penalidade não isenta a dupla de responder e arcar com
responsabilidades, decorrentes do ato, perante os prejudicados.
21.2 - Cujos integrantes (inclusos os zequinhas)
ingerirem ou transportarem em seus veículos bebidas alcoólicas, durante o
transcurso da prova.
21.3 - Que trocar os participantes inscritos por
outros. Em qualquer caso de força maior que obrigue esta atitude, o fato deverá
ser comunicado ao Diretor de Prova por escrito, com o nome dos integrantes
trocados, pelo menos 60 minutos antes da largada do primeiro concorrente.
21.4 - Que obstruir propositadamente a passagem de
outro concorrente.
21.5 - Que desacatar os membros e as decisões do
diretor de prova e dos comissários desportivos.
21.6 - Que apresentar informações incorretas ou
falsas em sua ficha de inscrição, bem como se inscrever em categoria inferior à
sua, conforme descrito no artigo 4.
21.7 - Que promover atitudes ou atos antidesportivos
contra outra dupla inscrita na competição ou contra a organização da prova,
durante todo o transcorrer da mesma (desde a abertura da secretaria de prova
até o final da festa de premiação ou encerramento do evento).
21.8 - Tumultuar trabalho dos organizadores.
21.9 - Afixar ou realizar propagando política,
religiosa ou racista em seu veículo de competição, ou nos locais da prova, durante
o transcorrer do evento.
21.10 - Não fazer a vistoria obrigatória do veículo;
21.11 - Os casos omissos serão julgados pelos
Comissários Desportivos.
ART. 22 –
PENALIDADES ESPECIAIS
22.1 - Ocupantes do veículo sem cinto de segurança -
50 pontos.
22.2 - Que partir antes do sinal de largada e não
atender a solicitação para a repetição da partida – 50 pontos.
22.3 - Chegar ao PC por sentido diferente do original
– considera-se PC não passado - 6000 pontos.
22.4 - Não passar pelo PC - 6000 pontos.
22.5 - Todo e qualquer lixo deverá ser mantido dentro
do veículo até o final da prova. A equipe que for flagrada jogando lixo em
qualquer ponto do trajeto perderá 100 pontos.
22.6 - Não comparecimento na largada promocional
(Quando houver) - 50 pontos ou 50% do valor da inscrição;
22.7 - Não prestar socorro em caso de acidentes com
danos pessoais - 1000 pontos.
22.8 - Exceder a velocidade máxima permitida em
deslocamentos determinados pela organização - 50 pontos.
22.9 - Não abastecer, no mínimo 30 litros no posto
conveniado (quando houver) - 50 pontos.
22.10 - Não entregar a cesta básica (ou similar
exigido pela organização para assistência social do município) - 50 pontos.
22.11 - Não estar com os adesivos determinados pela
organização nos veículo ou nos locais determinados – 50 pontos.
ART. 23 –
BRIEFFING
23.1 - Será realizado um briefing antes da prova,
para informar aos participantes sobre os objetivos do esporte, características
da prova, alterações de planilha, peculiaridades do percurso e infra-estrutura
organizacional, com a presença de pelo menos um integrante da dupla. Este
briefing terá força de regulamento para a etapa como adendo falado. O briefing
poderá ser por escrito.
Parágrafo único: A dupla que não estiver presente ao
briefing perderá o direito a reclamação sobre as informações passadas no mesmo.
23.2 - Um briefing extra, poderá ser feito pela
organização a qualquer momento da prova.
ART. 24 –
ALTERAÇÕES NO ROTEIRO
24.1 - Apenas o diretor de prova, comissários
desportivos ou diretores adjuntos ou alguém da organização designado pelo
diretor de prova, estão autorizados a realizar alterações no roteiro após a sua
largada. Para isso deverão estar devidamente uniformizados e identificados e
posicionados em local de fácil visibilidade no roteiro original da planilha.
Deverá ser informado de forma clara o novo roteiro a ser seguido.
24.2 - No caso de imprevistos (rio transbordado,
barreira caída na estrada, ponte caída ou similar), que impossibilitem a
passagem dos veículos ou que provoquem alterações no roteiro, correrá por conta
dos participantes procurar meios que conduzam o mais brevemente ao roteiro
original da prova. Os seus tempos ideais continuarão os mesmos.
Obs.: A prova poderá ser paralisada, ou o roteiro
original alterado a critério do Diretor da prova, com anuência dos Comissários
Desportivos, sendo que esta informação só poderá ser feita por um dos
integrantes da Equipe Técnica da Prova.
24.3 - Todas as porteiras e colchetes a serem
atravessados constarão na planilha, sendo de responsabilidade do concorrente a
travessia sem ocasionar danos, sob pena de desclassificação, tendo que, em
qualquer caso, arcar com os danos de responsabilidade civil.
24.4 - Em caso de mudança de horários por força
maior, ou por motivos técnicos, a Direção da prova deve comunicar
imediatamente, pelos meios disponíveis, a todos os participantes.
24.5 - Se, por qualquer motivo de força maior ou de
segurança, a prova não puder ser realizada, os organizadores não serão
obrigados a nenhum tipo de indenização aos concorrentes inscritos.
ART. 25 –
VEÍCULOS ADMITIDOS
25.1 - Só serão admitidos como concorrentes veículos
4x4.
25.2 - Cada veículo deverá ser apresentado para
vistoria em local, data e horários determinados pela organização.
25.3 - A origem e documentação dos veículos é de
inteira responsabilidade do piloto que subscreve a inscrição.
25.4 - O concorrente deverá se apresentar com os
adesivos fixados nos veículos em locais determinados pela organização.
25.5 - Ficará a critério da organização impedir a
largada ou continuidade na prova de qualquer veículo que não reúna condições de
segurança mínima exigida.
25.6 - Será obrigatório fixar no seu veículo, nos
locais pré-estabelecidos em layout, os adesivos dos patrocinadores do evento;
25.7 - Será permitida a fixação de adesivos de
patrocinadores particulares, desde que sejam respeitados os locais de fixação
dos adesivos dos patrocinadores do campeonato.
25.8 - Os participantes não poderão trocar de
veículos durante toda a prova.
25.9 – Serão fornecidos pela organização os adesivos
de numerais para os veículos, a as permanências dos mesmos será de inteira
responsabilidade de cada concorrente.
ART. 26 –
ITENS OBRIGATÓRIOS DE SEGURANÇA E VISTORIA
26.1 - Vistoria: Será realizada a fim de verificar se
os veículos encontram-se em condições de participar com segurança de todo o
percurso do evento, bem como os demais itens obrigatórios. A organização poderá
proibir a participação do veículo que, a seu critério, não reunir condições
mínimas de segurança. Uma vistoria surpresa poderá ser feita pela organização a
qualquer momento da prova.
26.2 - Itens obrigatórios de segurança que serão
vistoriados e deverão estar em perfeito estado de funcionamento:
• Faróis;
• Lanternas;
• Luzes de freio;
• Cinto de segurança;
• Extintor de incêndio, com carga e no prazo de
validade;
• Triângulo;
• Pneus em bom estado;
• Buzina;
• Todos os itens obrigatórios por lei.
• Segurança Pessoal – Em todas as categorias, o uso
de capacetes (homologado pelo inmetro), é facultativo, porém, aconselhável e recomendado.
Obrigatório para veículos sem capota rígida.
OBS: Todos os participantes abrigam-se a prestar
socorro em caso de acidentes no decorrer da prova com danos pessoais. Caso isto
ocorra ,os concorrentes que prestaram
socorro terão como pontos admitidos nos PCs prejudicados, a média de
pontos perdidos nos PCs antecedentes.
ART. 27 –
INSTRUMENTOS DE NAVEGAÇÃO
27.1 - Para as categorias Turismo e Turismo RT, fica
liberado somente odômetro digital como instrumento para navegação integrado ao
veículo. Qualquer outro tipo de instrumento de apoio a navegação, que não
esteja integrado ao veículo esta liberado (GPS, Rádios, Cronometros, HP, Not,
Palm, etc...).
27.2 - Para a categoria Graduados, fica liberado o
uso de qualquer instrumento de navegação.
ART. 28 –
PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE IMAGENS
28.1 - Os veículos deverão ostentar números de
identificação e a publicidade (adesivos), que serão fornecidos pela organização
da prova e colocados em locais determinados pela organização da prova (quando
não determinado o local pelo organizador, somente poderão ser distribuídos na
parte externa do veículo nos locais: Lateral, capo e traseira) . Fica vetado
qualquer tipo de publicidade e afins nos vidros das portas dianteiras e no
pára-brisa dianteiro, exceto uma faixa na parte superior do pára-brisa e
numeral.
Será vetado qualquer tipo de publicidade racista,
religiosa e política.
Parágrafo Único – Os organizadores de cada evento,
são as únicas autoridades que permitem qualquer tipo de publicidade com
respeito à prova. Os concorrentes, membros da organização, todos os demais
participantes e/ou envolvidos com o evento autorizam o uso de sua imagem,
cinética e eletrônica, para fins comerciais, editoriais, promocionais e
publicitários. Sendo o realizador o único proprietário de todas as imagens e
fotos por ele ou por qualquer outra pessoa física ou jurídica vier obter
durante todo o Rally.
28.2 - Para qualquer divulgação extra, deverá ter a
autorização da mesma e com citada a fonte.
ART. 29 –
ADENDOS AO REGULAMENTO
29.1 - Caberá a F.G.A a elaboração e a emissão de
Adendos a este Regulamento, além de sua interpretação oficial, bem como a
resolução de casos omissos.
ART. 30 –
SINALIZAÇÃO
30.1 - Serão utilizadas bandeira para as seguintes
sinalizações:
Duas Bandeiras em paralelo: O veículo deverá passar
entre as mesmas.
Uma bandeira: O veículo deverá passar pela mesma
deixando-a a sua esquerda.
OBS: Caso na planilha apareça uma orientação
diferente, esta prevalecerá sobre as orientações acima. Ex: Um desenho
contornando a bandeira.
30.2 - Ao lado direito da planilha na coluna de obs
será também utilizado os seguintes códigos:
= Atenção - ![]()
= Cuidado - ![]()
![]()
= Muito Cuidado - ![]()
![]()
![]()
= PERIGO.
Onde houver a palavra PERIGO, ou o código de perigo
(a cima), não haverá PCs 50 metros antes e até 100 metros depois.
30.3 – Caso o diretor de prova, um dos comissários
desportivos ou um dos diretores adjuntos estiver a frente do concorrente com um
dos braços parado na posição horizontal, o mesmo deverá parar imediatamente a
sua frente. Caso estejam com um dos braços em movimento para baixo e para cima,
o concorrente deverá baixar a velocidade e ter atenção ao trecho a frente.
Neste caso também não haverá PCs 50 metros antes e até 100 metros depois.
ARTIGO 31 –
HORÁRIOS
31.1- Os horários do dia da prova serão informados no
R.P.P. com a programação oficial da prova;
31.2 - Cada veículo largará num intervalo de um
minuto entre um veículo e outro;
31.3 - O tempo de intervalo entre uma categoria e
outra será divulgada no horário do sorteio de largada;
31.4 - O horário oficial da prova será fornecido pelo
organizador 30 minutos antes da largada do primeiro veículo;
31.5 - A duração total da etapa será de 3 a 6 horas
(este tempo poderá exceder em caso de regiões onde exija deslocamentos longos);
31.6 - Os horários de largadas poderão ser alterados
pela organização até 30 minutos antes da largada. Neste caso será obrigada a
organização fazer um briefing extra.
ARTIGO 32 -
MEIO AMBIENTE
32.1 - Todo o participante fica obrigado a respeitar
e preservar o meio ambiente, agindo de conformidade com as normas básicas de
preservação e conservação do mesmo. Fica expressamente proibida qualquer lesão
à flora e fauna, bem como transitar com os veículos fora das trilhas
determinadas pela equipe organizadora e ou jogar lixos pelas trilhas ou
estradas.
Fica desde já estipulado, que a responsabilidade pelo
desrespeito ao acima referido, é individual de cada participante.
ARTIGO 33 –
APOIO
33.1 - Os carros só poderão receber apoio externo de
suas equipes nos pontos determinados pela organização;
33.2 - Os concorrentes da prova poderão ajudar-se uns
aos outros na transposição de obstáculos. Só será permitida a ajuda de pessoas
estranhas à prova em caso de risco de vida.
33.3 - Também não será permitido que quaisquer concorrentes
sejam acompanhados por outras motos ou carros (inscritas na prova ou não), com
a finalidade de lhes prestar apoio físico, mecânico ou de outra espécie. Tal
fato poderá ser comprovado pelos fiscais de prova e sofreão as penalizações a
critério dos comissários desportivos.
ARTIGO 34 -
COLETORES DE DADOS (GPS)
34.1 - Serão usados os equipamentos de rastreamento
via satélite (GPS RASTRO TOTEM).
34.2 - O(s) equipamento(s) será(ão) fornecido(s) pela
Organização antes da largada da prova e deverá(ão) ser instalado(s) no(s)
local(is) indicado(s), conforme as instruções fornecidas.
Parágrafo Único - A Organização não se
responsabilizará se o competidor largar sem o(s) equipamento(s), caso em que o
competidor estará automaticamente excluído da prova.
34.3 - A Organização informará o número de
equipamentos que deverão ser colocados em cada veículo inscrito na prova.
Não será necessária nenhuma instalação elétrica no
veículo.
34.4 - O competidor deverá assinar um Termo de
Responsabilidade, no momento da entrega do(s) equipamento(s) onde assume a
total responsabilidade sobre o(s) mesmo(s).
34.5 - Caso o competidor não devolva o equipamento,
em condições de funcionamento ao final do evento, independentemente do motivo
(roubo, perda, danos propositais ou não, etc.), o mesmo deverá reembolsar o
valor de R$ 1.200,00 por equipamento especificado no Termo de responsabilidade
para a Organização, em até no máximo 10 (dez) dias corridos após a realização
do evento, sob pena de ser proibida a sua participação nas demais etapas do
Campeonato ou de outras provas.
34.6 - Os dados de cada competidor serão coletados
por um ou mais coletores de dados GPS, em todo o trajeto da prova, desde a
largada até a chegada.
A apuração será realizada através dos dados coletados
pelo primeiro equipamento.
Só será utilizado o segundo equipamento de backup
(Organização) ou o GPS do competidor, caso ocorra perda de dados do primeiro
equipamento - hora com precisão de segundos e posição geográfica (latitude e
longitude).
Parágrafo Único - Poderá ser usado, a critério do
diretor de prova, o GPS do competidor como backup para coleta de dados, caso
ocorra perda de dados no equipamento da
Organização. Este GPS terá que estar configurado para coleta de dados a cada 01
(um) segundo e o competidor terá que fornecer as ferramentas necessárias para
descarregar os dados do GPS (cabos, drives, etc.).
34.7 - O coletor de dados será removido na chegada do
competidor, ou em outro local especificado pela Organização e divulgado no
briefing ate 30 minutos do horário ideal de sua chegada.
Se o aparelho não for devolvido no local especificado
pela Organização em 30(trinta) minutos do seu horário ideal de chegada será de
responsabilidade do competidos a entrega dos RASTROS na sala de apuração até às
20:00 hs, após este horário o competidor não terá direito a sua classificação
nas etapas do dia.
Será da responsabilidade exclusiva do competidor a
devolução do(s) aparelho(s) mesmo após o prazo, caso contrário será cobrado o
valor definido no Termo de Responsabilidade, nas condições do Art. 16.5.
Parágrafo Único - Mesmo se o competidor for
desclassificado / excluído, será sua a responsabilidade de devolução do(s)
aparelho(s).
34.8 - A coleta de dados será feita em segundos, com
interpolação alcançando a precisão de centésimos de segundos. A interpolação
será feita pelos dados coletados nos 02 (dois) pontos, anterior e posterior,
mais próximos a linha do PC.
Para efeito do cálculo de pontos perdidos o tempo
será em décimos de segundos.
34.9 - Os equipamentos poderão ser vistoriados por
oficiais da prova devidamente identificados em qualquer momento da prova.
34.10 - Qualquer interferência eletromagnética gerada
pelo veículo do competidor (deliberadamente ou não) que inibir o funcionamento
do coletor de dados via GPS, poderá implicar em até a desclassificação /
exclusão do competidor a critério dos comissários desportivos.
ARTIGO 35 -
CONSIDERAÇÕES GERAIS
35.1 Alguns trechos deste tipo de competição são
feitos no interior de propriedades particulares. Portanto, dependerá do comportamento
de cada participante a imagem que a prova trará aos moradores, proprietários e
curiosos. Espera-se dos participantes um comportamento que contribua para que o
Rally seja um esporte sadio e de alto nível, para que sempre seja possível
contarmos com boas trilhas e angariar a simpatia do público para os próximos
eventos.
O presente
Regulamento foi elaborado pela DIRETORIA DE RALLYE da F.G.A, aprovado pelo CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO GAÚCHO e
homologado pelo Presidente da FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO.
Porto
Alegre, 23 fevereiro 2011
Carlos A. R de Deus Mirnei Piroca
Presidente
F.G.A
Presidente
CTDG F.G.A