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Federação Gaúcha de Automobilismo
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31/01/2012


FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO

 

CAMPEONATO GAÚCHO DE ENDURANCE

 

REGULAMENTO DESPORTIVO E TÉCNICO 2012

                       

 

NORMAS DESPORTIVAS

 

1.0 - INTRODUÇÃO - A Federação Gaúcha de Automobilismo, juntamente com seus clubes filiados, realizará no ano de 2012, um Campeonato com provas de média e longa duração, de acordo com o Calendário Promocional da Federação Gaucha de Automobilismo.

 

PARAGRAFO ÚNICO:

O formato das provas será com 3 (três) horas de duração com 2 janelas de 20 minutos entre os minutos 50m e 1:10h e 1:50h e 2:10h, onde o carro deverá ficar parado durante 6 minutos. Neste tempo será permitido abastecimento e troca de pilotos simultânea e encerrado o abastecimento são permitidos reparos no carro.

 

Os eventos terão sua programação realizada no Sábado e Domingo, e não será permitido treinos no autódromo onde será realizada a etapa até 5 dias antes do inicio do Evento.

 

O PILOTO / CARRO QUE TREINAR NESTE AUTÓDROMO NESTE PERÍODO NÃO PODERÁ PARTICIPAR DA ETAPA.

 

 

1.1 - Número de Participantes: O número de veículos admitidos em cada prova será definido no regulamento particular do evento.

 

1.2 - Inscritos: Para cada carro inscrito nas provas, poderão ser inscritos no mínimo 01 (um) piloto e no máximo 03 (três) pilotos, podendo inscrever um piloto reserva.

 

1.3 - A troca de pilotos somente se fará na área dos Boxes, devendo o piloto imediatamente após deixar o seu veículo, assinar a súmula em local a ser designado pela Organização da prova, sob pena de não ser considerada a substituição como efetiva.

 

PARAGRAFO ÚNICO: Um Piloto poderá inscrever-se em mais de um carro, porém NÃO NA MESMA CATEGORIA. 

As provas terão no mínimo 02 janelas obrigatórias para a troca de pilotos e reabastecimento, dependendo da duração da prova.Nas provas disputadas em conjunto com o campeonato Brasileiro as janelas não serão realizadas.  A programação das janelas será divulgada no regulamento particular das etapas.

 

1.4 - Vencedor: Serão considerados como vencedores, os condutores do veículo que primeiro completarem o tempo ou voltas estabelecidas no regulamento particular da prova.

 

1.5 - Quadro Oficial de Avisos: Todos os comunicados que forem emitidos pelos Comissários Desportivos, Direção de Prova e Organizador, durante os dias de treinos e da prova, serão afixados no quadro oficial existente na sala da secretaria do Organizador nas instalações do Autódromo.

 

1.6 - Cada concorrente ou condutor, será diretamente responsável pela ordem e disciplina em seu box.

 

PARÁGRAFO ÚNICO: Não serão admitidos na área dos boxes quaisquer pessoas que infrinjam as normas de segurança, principalmente quanto à vestimenta, mesmo que portadores de credenciais.

 

 

ARTIGO 2 - O Campeonato Gaúcho de Protótipos e Turismo será uma competição com características próprias, aberto podendo dela participar pilotos portadores de cédula desportiva CBA 2012 PGC “A” e “B”, devendo seus veículos e membros de suas equipes, estarem totalmente enquadrados neste Regulamento.

3.1 – Este campeonato será regido pelo Código Desportivo Internacional (F.I.A.) e pelo Código Desportivo do Automobilismo da Confederação Brasileira de Automobilismo e Regulamento do campeonato Gaúcho de ENDURANCE 2012, sendo regulamentado também pelos regulamentos particulares das etapas..

 

ARTIGO 4 - Quando em regime de competição e fora da área dos boxes, no caso de quebra do veículo, ou na impossibilidade do veículo continuar na competição por qualquer motivo, está proibida qualquer ajuda externa de qualquer origem ao piloto. Somente o piloto, com auxílio de ferramentas que estiverem sendo transportadas devidamente fixadas a bordo do carro, poderão utilizá-las para eventuais reparos. Será considerado como ABANDONO DA PROVA quando o piloto deixar o seu veículo na pista e retornar aos boxes.

O resgate oficial da competição será a única forma de translado do carro até a área de Box.

 

ARTIGO 5 - Qualquer tipo de abastecimento de qualquer espécie fora da área dos boxes é terminantemente proibido, acarretando na imediata exclusão do concorrente da prova.

 

ARTIGO 6 - Todos os pilotos e equipes deverão providenciar em seus boxes:

               

A) 2 (dois) extintores de incêndio do tipo Pó Químico, com capacidade de 12 (doze) quilos, carregados, com o número do veículo pintado no extintor em cor contrastante com o vermelho de fundo.

B) 2 (dois) cobertores de lã ou algodão, de dimensões mínimas de 1,5m por 2,0m e 2 (dois) baldes com água com capacidade de 20 litros cada um. Em cada balde deverá estar escrito a palavra ÁGUA em cores contrastantes com a cor do balde.

 

ARTIGO 7 - Quando na direção do seu veículo, seja nos treinos ou prova, o piloto deverá obrigatoriamente usar macacão antichamas, capacete com viseira ou óculos de proteção, balaclava, sapatilhas de amarrar e luvas, devidamente homologados.

 

7.1 - No caso de quebra do pára-brisa dianteiro do carro o piloto poderá prosseguir na prova desde que esteja com óculos especiais de competição ou capacete fechado (com viseira).

 

ARTIGO 8 - A LARGADA DA PROVA: A largada da prova será segundo a ordem dos tempos obtidos nas tomadas de tempo oficiais e finais. Os procedimentos de largada serão definidos nos Regulamentos Particulares das etapas.

 

8.1 - A queima de largada será punida com “Time Penalty”. Será entendido como queima de largada as ultrapassagens durante as voltas iniciais do processo da largada. Caso o piloto perca sua posição de largada durante as voltas iniciais do processo de largada, perderá o seu lugar no Grid e deverá se posicionar após o último concorrente.

 

 

TIME PENALTY

 

A) - Será avisada a equipe do piloto infrator, via sistema de som;

B) - O piloto será avisado através de placa com letras “T P” ou bandeira de box ( Preta com Circulo Laranja) e o número do carro, mostrada no PSDP, por 3 Voltas

D) - O piloto terá 3 (três) voltas após o  1º aviso pela  placa ou bandeira para cumprir a penalização que consiste na entrada ao Box e sua parada em local designado na saída de Box durante algum tempo, estipulado pela Comissão Desportiva. Após o cumprimento de tempo de “Time Penalty”, o piloto poderá prosseguir na prova.

 

E) - O piloto NÃO poderá aproveitar a punição para efetuar reparos e/ou abastecimento no seu Box, ou receber qualquer ajuda externa, mesmo que seja de elementos da sua equipe. Caso isso ocorra será aplicado novo “Time Penalty”.

 

F) - Nos casos de impossibilidade do procedimento dos itens acima, a forma de aplicação da penalização ficará a critério exclusivo dos Comissários Desportivos. Ex.: Quando a infração ocorrer nas últimas três voltas.

 

 

INFORMAÇÕES SOBRE A SINALIZAÇÃO

 

ARTIGO 9 - SINALIZAÇÃO: Durante os treinos de classificação e prova, a sinalização será feita de acordo com o anexo “H” da F.I.A. (placas refletidas na parte noturna e bandeiras na parte diurna).

 

9.1 - A não observância da sinalização será punida com exclusão da prova ou parte, sem prejuízo de outras sanções previstas pelo Código Desportivo do Automobilismo – CDA/CBA.

 

9.2 - Números: Os veículos deverão possuir três números, um em cada lateral e um no capô dianteiro ou teto, com altura mínima de 24cm e largura mínima de 12cm, com traço de 5cm, com cores contrastantes com a do veículo.

 

9.3 – O critério a ser respeitado na distribuição dos números para os carros participantes do Campeonato, será o seguinte:

 

Os números serão adquiridos na Secretaria da FGA de acordo com a disponibilidade existente e obedecidos os seguintes critérios:

a) Os números 1 e 2 ficam reservados respectivamente aos pilotos primeiros colocados no Campeonato de 2011.

b) O piloto que desejar competir com o mesmo número da temporada anterior terá a preferência até a primeira prova.

c) A cedência dos números 1 e 2 deverá ser feito por escrito a FGA pelos pilotos cedentes.

 

       Nas etapas em que o Campeonato Gaúcho de Protótipos e Turismo fizer parte da programação do Campeonato Brasileiro de Endurance deverão ser respeitadas os números dos veículos participantes do campeonato Brasileiro.

 

 

PÓDIO, PREMIAÇÃO E PONTUAÇÃO

 

ARTIGO 11 - Após o término de cada prova do Campeonato Gaúcho de Endurance deverão comparecer ao pódio os pilotos das três equipes que venceram em cada uma das 5 Categorias que compõem o Campeonato Gaucho de Endurance.

 

11.1 - Será montado o pódio com os três primeiros lugares de cada categoria, sendo da Categoria I até a Categoria 5, sucessivamente.

 

11.2 – Os pilotos participantes da cerimônia do pódio, deverão obrigatoriamente estar vestindo macacão de competição, ficando proibida a presença no pódio sem tal vestimenta.

 

11.3 - É terminantemente proibida a presença de acompanhantes de pilotos no pódio, mesmo sendo familiares ou patrocinadores.

 

11.4 - Todos os pilotos antes da entrega de sua premiação e troféus, poderão receber bonés da organização para fotos promocionais, uma ou mais vezes, em seguida ficaram liberados para a colocação de seus bonés e iniciar a entrega dos troféus.

 

11.5 – Os concorrentes inscritos no Campeonato Gaúcho de Endurance, receberão pontuação por categoria para efeito de contagem de pontos para o campeonato. Está pontuação será crescente da primeira até a sexta etapa.

 

Haverá descarte de 1 (uma) etapa.

 

11.7 – Pontuação:

1 ETAPA

1º Colocado – 100 pontos 2º Colocado – 80 pontos 3º Colocado – 65 pontos 4º Colocado – 55 pontos 5º Colocado – 50 pontos

6º Colocado – 45 pontos  7º Colocado – 40 pontos  8º Colocado – 35 pontos 9º Colocado – 30 pontos 10º Colocado – 25 pontos

 

2 ETAPA

1º Colocado – 110 pontos 2º Colocado – 90 pontos 3º Colocado – 75 pontos 4º Colocado – 65 pontos 5º Colocado – 60 pontos

6º Colocado – 55 pontos   7º Colocado – 50 pontos 8º Colocado – 45 pontos 9º Colocado – 40 pontos 10º Colocado – 35 pontos

 

3 ETAPA

1º Colocado – 120 pontos 2º Colocado – 100 pontos 3º Colocado – 85 pontos 4º Colocado – 75 pontos 5º Colocado – 70 pontos

6º Colocado – 65 pontos   7º Colocado – 60 pontos   8º Colocado – 55 pontos 9º Colocado – 50 pontos 10º Colocado – 45 pontos

 

 

4 ETAPA

1º Colocado – 130 pontos 2º Colocado – 110 pontos  3º Colocado – 95 pontos  4º Colocado – 85 pontos 5º Colocado – 80 pontos

6º Colocado – 75 pontos   7º Colocado – 70 pontos    8º Colocado – 65 pontos  9º Colocado – 60 pontos 10º Colocado – 55 pontos

 

 

5 ETAPA

1º Colocado – 140 pontos  2º Colocado – 120 pontos  3º Colocado – 105 pontos  4º Colocado – 95 pontos  5º Colocado – 90 pontos

6º Colocado – 85 pontos   7º Colocado – 80 pontos     8º Colocado – 75 pontos    9º Colocado – 70 pontos  10º Colocado – 65 pontos

 

6 ETAPA

1º Colocado – 150 pontos  2º Colocado – 130 pontos  3º Colocado – 115 pontos  4º Colocado – 105 pontos  5º Colocado – 100 pontos

6º Colocado – 95 pontos    7º Colocado – 90 pontos    8º Colocado – 85 pontos    9º Colocado – 80 pontos   10º Colocado – 75 pontos

 

 


PARAGRAFO ÚNICO: Receberão pontuação os pilotos que completarem no mínimo 75% do percurso do vencedor da sua categoria.

 

Os pilotos, que durante o campeonato trocarem de equipe, só poderão levar consigo a pontuação obtida até o momento, se permanecerem na mesma categoria.

 

DEFINIÇÕES GERAIS

 

Os casos omissos não previstos neste Regulamento, bem como dúvidas, incorreções e divergências de interpretações, etc., serão decididos pelos Comissários Desportivos, aplicando quando for o caso, a Legislação pertinente.

 

As alterações e modificações ao presente texto original, por adição aos itens ou criação de novos itens ditos desportivos ou de segurança, entrarão em vigor na data de sua publicação.

 

NORMAS TÉCNICAS

 

INFORMAÇÕES SOBRE AS CATEGORIAS

 

ARTIGO 13 - Serão aceitos no Campeonato Gaúcho Endurance todos os veículos que se enquadrarem no presente regulamento técnico, sendo que este será basicamente da categoria “Força Livre”.

 

OS PILOTOS SÃO OBRIGADOS A IDENTIFICAR A CATEGORIA DA QUAL PARTICIPAM NO ATO DA INSCRIÇÃO,OS CARROS DEVERÃO TER O ADESIVO DE IDENTIFICAÇÃO DE SUA CATEGORIA JUNTO AO Nº LATERAL DO VEICULO DO LADO ESQUERDO DO MESMO , ESTE ADESIVO SERÁ FORNECIDO PELA ORGANIZAÇÃO DA CATEGORIA, NÃO SERÃO ACEITAS RETIFICAÇÕES POSTERIORES.

AS CATEGORIAS DO GAUCHO DE ENDURANCE SERÃO AS SEGUINTES:

CAT 1                    

 

Peso

Tanque

Veículos GT –Nacionais ou Importados

1100 

100 

Sport Protótipos Br. – sobrealimentados até 1500 cm³ 8 ou 16 valvulas

480

80

Sport Protótipos Br. - sobrealimentados de 1501 até 2100 cm³ 8 valvulas

625

100

Sport Protótipos Br. - sobrealimentados de 1500 cm³ até 2100 cm³16 válvulas

650

100

Sport Protótipos Br. - até 3500 cm³

650

100

Sport Protótipos Br. - acima de 3501 cm³ até 4000 cm³

700

100

Sport Protótipos Brasileiros - acima 4001 cm³

950

100

 

CAT 2                      SPORT PROTÓTIPOS ASPIRADOS 16 V

 

Peso

Tanque

Sport Protótipos Brasileiros - até 1500 cm³  8 ou 16V   até 4 cilindros

540

80

Sport Protótipos Brasileiros - até de 2100 cm³ 16V    até 4 cilindros

720

100

Sport Protótipos Brasileiros - até de 2101 até 2400 cm³ 16V    até 4 cilindros

750

100

 

CAT 3                     PROTÓTIPOS ASPIRADOS 8V

 

 

Peso

Tanque

Sport Protótipos Brasileiros - até de 2100 cm³ 8V    4 cilindros

680

100

 

CAT 4  SILHOETTE / TURISMO / TURISMO SOBRE ALIMENTADOS MASERATI TROFEU

 

Peso

Tanque

acima de 2101 cm³ até 3500 cm³

1000

100

acima de 3501 cm³ até 4500 cm³

1180

100

acima de 4501 cm³

1280

100

 

 

 

CAT 5 VEICULOS DE TURISMO

 

Peso

Tanque

até 1650 cm³ 8V

800

80

acima de 1651 cm³ até 2100 cm³ 8V

880

100

acima de 1651 cm³ até 2100 cm³ 16V

920

100

 

 

PARAGRAFO ÚNICO: O peso dos carros das categorias 2, 3, 4 e 5 serão com o Piloto, e a Categoria 1 será somente o carro. A pesagem dos carros será feita como o carro terminou a prova ou a tomada de tempos, não será necessário drenar o tanque de combustível.

 

OBSERVAÇÃO:

É proibida a participação de veículos com rodas expostas. Ex. monopostos e tubulares do tipo auto cross.

 

13.1 - Serão admitidos carros sem capota desde que estejam rigorosamente de acordo com todos os itens de segurança: Santo Antônio de 6 (seis) pontos constantes no ANEXO “J” da F.I.A.

 

13.2 - Durante o desenrolar da prova, poderá ser trocada qualquer peça do veículo, mas não o chassi. É permitida a troca do motor completo, com autorização prévia dos comissários. Neste caso o motor trocado deverá ficar a disposição dos comissários.

 

13.3 - Rodas e Pneus: Uso livre em seus modelos, tipo e procedência. PROIBIDO PNEU RECAPADO  EM TODAS AS CATEGORIAS .

 

Os pneus não poderão exceder a linha limite dos pára-lamas.

 

13.4 - Gancho de reboque: Firmemente preso ao chassi do veículo, tanto na traseira como na dianteira, os ganchos quando rígidos, deverão ser instalados de maneira que não ultrapassem o perímetro da carroceria, quando flexíveis (cabo de aço) não haverá restrições.

 

PARAGRAFO ÚNICO: O não comprimento do item 13.4  ou o rompimento do gancho de reboque durante um resgate implicara em penalização de 10Up’s  (unidade penalizadora)  Podendo ainda o veiculo ser colocado fora da área de risco e não ser resgatado.

 

VEÍCULOS ADMITIDOS

 

ARTIGO 14 - Todos os veículos deverão estar de acordo com artigos e parágrafos do anexo “J” emitido pelo anuário da F.I.A., seus boletins e anexos, além dos seguintes itens específicos para este regulamento.

 

14.1 - Nos veículos “Protótipos”, com ou sem capota, o arco de segurança deverá ser de 6 (seis) pontos, de acordo com o Anexo “J” da F.I.A.

 

14.2 - As proteções antifogo (ver anexo “J” da F.I.A.) deverão ser absolutamente estanques, à prova de qualquer tipo de fluído ou gases, nos seguintes casos:

 

. Proteção contra escape de ácidos e gases de bateria.

. Proteção contra gases de escape, caso haja necessidade do(s) tubo(s) de escape passarem pelo habitáculo.

. Proteção contra fogo, gases, fluídos e combustível entre o motor e o habitáculo do piloto.

 

14.3 - EQUIPAMENTO DE ILUMINAÇÃO DIANTEIRA: São obrigatórios, no mínimo, 2 (dois) focos de luzes e no máximo, 8 (oito) focos de luzes dianteiras quando a prova for noturna. Os suportes de faróis nunca poderão se projetar à frente deles.

 

14.4 - EQUIPAMENTO DE ILUMINAÇÃO TRASEIRA: São obrigatórios no mínimo 1 (um) e no máximo 4 (quatro) focos de luz traseira vermelha.
  É obrigatório que estejam operantes no mínimo 1 (um) foco de freio e 1 (um) foco de lanterna quando em prova noturna   ou em sinalização de chuva.

 É PROIBIDO UTILIZAR QUALQUER TIPO DE ARTIFÍCIO QUE POSSA SER CAPAZ DE DESLIGAR AS LUZES DE FREIO DURANTE O EVENTO, OU ACIONÁ-LAS INDEPENDENTEMENTE DO PEDAL DE FREIO.

 

OBS.: Durante a corrida, é obrigatório o funcionamento de, no mínimo um foco de luzes traseira (lanterna e freio).

 

14.5 - OUTROS EQUIPAMENTOS DE ILUMINAÇÃO: Poderão ser instalados quaisquer tipos de luzes de advertência, desde que não ofusquem tanto o piloto do veículo como os outros participantes. É proibido o uso de pisca alerta ou sistema intermitente.

 

OBS.: À comissão técnica se reserva o direito de vetar qualquer tipo de construção perigosa ou exagerada neste item.

 

 

TANQUES DE COMBUSTÍVEL E REPAROS DURANTE A PROVA

 

 ARTIGO 15 – Combustível:

A aquisição do combustível será de responsabilidade das equipes.

Nas Categorias 1, 4 e 5 o combustível permitido será Etanol, Gasolina e Diesel. Nas Categorias 2 e 3 os combustíveis permitidos serão somente: Gasolina, Gasolina Pódium,Gasolina de Aviação e Etanol.

Cabe a cada equipe, manter dentro dos boxes a quantidade máxima de 120 litros para abastecimento, mais a capacidade máxima de combustível da torre de abastecimento. Para que o transporte de combustível dentro da área dos boxes tenha o mínimo risco de derramamentos e incêndios, cada piloto e chefe de equipe deverá providenciar um carrinho manual para facilitar o transporte do combustível.

 

OBS: É EXPRESSAMENTE PROIBIDO O USO DE METANOL E GNV.

 

15.1 Capacidade máxima dos tanques de combustível. ( vide categorias )

 

15.2 - Os tanques de combustível dos carros deverão ser de metal ou de borracha, estando proibido o uso de tanque de qualquer tipo de fibra ou plástico, salvo se o veiculo optar em usar tanque original.

 

15.3 - Os tanques de combustível dos veículos deverão possuir dispositivo de segurança (respiro) para caso de ocorrer excesso de combustível durante a operação de abastecimento.

 

15.4 - Cada carro inscrito deverá ter, além do extintor obrigatório do carro, 2 (dois) extintores em seu Box com capacidade de 12 (doze) quilos de Pó Químico e com o número do carro pintado no mesmo.

 

15.5 - DA SEGURANÇA: É obrigatório seguir o anexo “J” do artigo 253 da F.I.A.

 

15.6 - O reabastecimento só será permitido no Box, e de acordo com o estabelecido no Artigo 5 e 17 deste Regulamento.

 

15.7 - Todo carro que entrar na zona de desaceleração dos boxes deverá deter-se obrigatoriamente no seu Box.             

 

15.8 - Somente poderão fazer reparos dentro do circuito (fora da área dos boxes) os próprios pilotos e unicamente com os recursos que possuírem dentro do próprio carro.

 

15.9 - Nenhum carro poderá dar marcha-a-ré nos Boxes com propulsão do motor, sob pena de exclusão da prova (deverá ser empurrado manualmente).

 

SISTEMA DE ABASTECIMENTO

 

ARTIGO 16 - Cada equipe, deverá instalar em seu box um sistema de abastecimento para seu(s) veículo(s) participante(s), com os seguintes objetivos e características:

 

OBJETIVO DO SISTEMA

 

A - Permitir a todas as equipes uma operação de abastecimento rápida, eficiente e principalmente segura, como também compatíveis com os atuais padrões internacionais aplicados em provas desta natureza. Alem da torre de abastecimento padronizada pelo C.T.D.N. e em desenho no final deste regulamento, também é permitindo o abastecimento dos carros com os reservatórios tipo "Nascar" equipados com engates rápidos. Ou em reservatórios sem engate rápido mas que mantenham o nível de segurança e que serão vistoriados pelos comissários.

 

B - No que concerne ao item SEGURANÇA, minimizar ou até eliminar o risco de incêndios, ou acidentes com o manuseio de combustíveis altamente voláteis. Usar macacões antichama, balaclava, capacete, sapatilhas e luvas.

 

C - Garantir às pessoas envolvidas no trabalho de abastecimento de veículos o máximo de segurança durante esta operação, com a finalidade de preservar a integridade física e a própria vida de cada um, no caso de acidentes com combustível.

                            

D - O derramamento de combustível no ato do abastecimento é passível de punição por “Time Penalty”.

 

CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA

 

O sistema de abastecimento que deverá ser utilizado por todas as equipes participantes, tem como base as especificações técnicas e padrões estabelecidos pelo C.T.D.N. - Conselho Técnico Desportivo Nacional, sendo construído pelos seguintes componentes:

                             

A - Reservatório de abastecimento de combustível. Instalado dentro dos boxes de cada equipe.

                            

B - Torre de fixação de reservatório dentro dos boxes.

 

C - Conjunto de equipamentos para abastecimento do reservatório (dentro do Box)

 

D - Conjunto de equipamentos para abastecimento do veículo. Somente a mangueira para fora dos boxes.

 

16.1 - RESERVATÓRIO DE ABASTECIMENTO: O reservatório deverá possuir as seguintes características:

 

A - A capacidade máxima de combustível armazenado deve ser de 200 (duzentos litros).

 

B - O material usado na construção do reservatório deverá atender as seguintes exigências:

. ser resistente à ação corrosiva do combustível utilizado

. ser anti-inflamável, de preferência em aço ou correlato

 

C) - Possuir um “respiro” na parte superior com o máximo de 2,5 (duas e meia) polegadas de diâmetro. A abertura do respiro deve ser protegida com uma tampa tipo “chapéu”.

 D) - O reservatório não poderá ter nenhuma inclinação em relação ao solo.

 

16.2 - TORRE DE FIXAÇÃO DO RESERVATÓRIO: A base se suporte e fixação do reservatório deverá ser confeccionada de material resistente ao peso do conjunto. É vetado o uso de materiais de fácil combustão, tais como madeira, plástico, etc. A altura máxima do reservatório em relação ao solo é de 2 (dois metros).

 

OBS.: A altura de dois metros entende-se do piso até a parte mais alta do reservatório, excluindo-se o chapéu do respiro.

 

16.3 - CONJUNTO DE EQUIPAMENTOS PARA ABASTECIMENTO DO RESERVATÓRIO: Deverá ser utilizado um conjunto composto de mangueira, bomba, e flange. O abastecimento deverá ser feito exclusivamente por meio de uma bomba “MANUAL” com uma mangueira de no máximo 19 (dezenove) milímetros ou ¾  (três quartos) de polegadas de diâmetro interno e flange ligada na face oposta à saída da mangueira de abastecimento do veículo.

 

É proibido o uso de qualquer tipo de bomba por acionamento elétrico, ou tipo de acionamento que não seja manual.

 

16.4 - É OBRIGATÓRIO: Conjunto de equipamentos para abastecimento do veículo. Deverá ser utilizado um conjunto composto por flange, mangueira, válvula de segurança, bocal de engate rápido. A flange de ligação do reservatório na mangueira deverá ter o mesmo diâmetro do bocal de abastecimento (engate rápido) 38mm ou 1.1/2” e poderá ser instalada no fundo do reservatório. O diâmetro máximo da flange e mangueira deverá ser até 63,5mm (sessenta e três e meio milímetros), ou seja, 2,5” (duas e meia polegadas).

 

16.5 - SUPORTES DE MANGUEIRAS: Para suportar o peso da mangueira cheia de combustível, poderão ser construídos tantos suportes quantos forem necessários ao longo desta, desde que estes suportes não ultrapassem a altura da flange de ligação da mangueira no reservatório. É obrigatória a utilização de materiais não inflamáveis na construção dos suportes.

 

16.6 - É PROIBIDO: O uso de pressurização no reservatório de combustível, portanto o abastecimento deverá ocorrer por gravidade.

 

16.7 - IDENTIFICAÇÃO DA TORRE: Na torre de abastecimento deverá estar afixado ou pintado o número do veículo que dela se utiliza.

 

16.8 - INSTALAÇÃO DO SISTEMA : A torre de abastecimento deverá ser instalada dentro do box da equipe. Somente a mangueira de abastecimento poderá ser projetada para fora do box, quando da operação de reabastecimento do veículo, devendo em seguida, ao término da operação, ser recolhida através do sistema de suportes para dentro do box.

 

16.9 - LOCAL DE INSTALAÇÃO: O local de instalação da torre deverá ser identificado com faixas de solo na cor amarela, distante 1 (um) metro da base do suporte da torre, isolando a área determinada de qualquer equipamento ou material. A largura da faixa deverá ter no mínimo 100mm (cem) milímetros.

 

16.10 - AS EQUIPES COM 2 (DOIS) OU MAIS VEÍCULOS: Se uma equipe for constituída por 2 (dois) ou mais veículos, poderá utilizar a mesma torre de abastecimento desde que a mesma esteja identificada com os números dos veículos que dela se utilizam.

 

16.11 - INSPEÇÃO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO: O sistema de abastecimento, no que concerne a sua construção, instalação e operacionalidade, será inspecionado pela autoridade responsável, antes e durante a prova, podendo no caso de irregularidade constatada, excluir a equipe da competição.

 

DESENHO DA TORRE DE ABASTECIMENTO



























 

 

OPERAÇÃO DE ABASTECIMENTO

 

16.12 - Na parada do veículo para abastecimento é opcional que o motor esteja desligado, porém o piloto deverá manter as portas do veículo sempre abertas durante toda a operação, exceto no caso de veículo sem capota.

 

16.13 - Os responsáveis pelo abastecimento deverão obrigatoriamente se utilizar, durante a operação, vestimenta completa, macacão, luvas, sapatilhas, balaclava e capacete, previamente aprovados pela vistoria técnica e HOMOLOGADOS pela C.B.A. ou F.I.A.

 

16.14 - É obrigatório durante a operação, que um auxiliar da equipe esteja preparado no local, com extintor de Pó Químico de 12 (doze) quilos em posição de combate a incêndio, devidamente equipado com as vestimentas descritas no parágrafo anterior.

 

16.15 - É também obrigatório a utilização de respiro no abastecimento, este retornando para a torre de abastecimento através de seu respiro(chapéu) , evitando-se a liberação de gases e o derramamento de combustível.

 

16.16 - Qualquer quantidade de combustível derramando pela equipe antes, durante ou após a operação será passível de penalização (Time Penalty) para o veículo envolvido. A equipe responsável pelo ocorrido deverá imediatamente remover do local, através de produtos e materiais de limpeza (vassoura, rodos, etc) todo o combustível derramado.

 

16.17 - Durante a operação de abastecimento, somente 3 (três) integrantes (dois no sistema de abastecimento e um no extintor), devidamente vestidos com os seus equipamentos de segurança e mais o piloto, poderão se aproximar dos veículos. Os demais integrantes não poderão tocar no carro. Somente após a conclusão da operação de abastecimento, os outros integrantes poderão iniciar os eventuais reparos.

 

16.18 - Recomenda-se o aterramento do carro antes do início do abastecimento. O aterramento poderá ser feito rapidamente com um cabo ligado ao escapamento através de uma garra jacaré.

 

As alterações técnicas ao presente regulamento, quando houver, serão em forma de adendo e entrarão em vigor 30 (trinta) dias após sua divulgação.

 

O presente regulamento foi aprovado pelo Conselho Técnico Desportivo Gaúcho e homologado pelo Presidente da Federação Gaúcha de Automobilismo.

                                            

 

 

 

Porto Alegre, 17 de Janeiro de 2012.


 Mirnei A. Piroca                                                     Carlos A. R. de Deus

                         Presidente CTDG                                                          Presidente FGA                              

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